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ADAPTAÇÃO ESCOLAR

O início da vida escolar é um acontecimento significativo para toda a família, que terá dois grandes desafios pela frente: o ambiente desconhecido e a separação da mãe.

A adaptação é um processo contínuo de mudança, crescimento, desenvolvimento e amadurecimento. Marcado por encontros e desencontros é o momento em que a criança e seus pais passam a criar novas relações afetivas com um novo grupo que se encontra na sociedade. Acontece, a partir de então novos relacionamentos, favorecendo que a criança construa um mundo social mais amplo e se desenvolva intelectualmente e emocionalmente.
Nesse momento de sua vida a criança depara-se com duas conquistas fundamentais: a independência e a autonomia. Os pais podem e devem ajudar seus filhos neste momento tão importante.

1- A ida da criança à escola deve ser preparada; entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança;

2- O choro na hora da separação é freqüente e nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola;

3- Cabe à mãe entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola. Não é recomendável deixar o educador com o encargo de retirar a criança do colo da mãe;

4- A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e sua presença nela, além de dificultar a compreensão da separação, fará as outras crianças cobrarem a presença de suas mães;

5- Nunca saia escondido de seu filho. Despeça-se naturalmente.

Não desista na primeira dificuldade. Cada criança tem o seu jeito de ser e de se adaptar a novas situações. Muitos pais se sensibilizam com a resistência dos filhos à adaptação escolar e acabam retardando este momento. O que você deve ter em mente é que estará preparando seu filho para conviver em sociedade, aprendendo a compartilhar e respeitar o outro.

Letícia Casonatto
Pedagoga, Psicopedagoga, Especialista em Neuropsicopedagogia e Inclusão Escolar
Clínica Jeito de Ser. (54) 3454-4092

 

 

DIFILCUDADE NA MATEMÁTICA

 Os problemas na aprendizagem da Matemática que são apontados em todos os níveis de ensino não são novos. De geração a geração a Matemática ocupa o posto de disciplina mais difícil e  muitas vezes odiada, o que torna difícil sua assimilação pelos alunos.

Algumas causas das dificuldades de aprendizagem em matemática
- Ansiedade e medo de fracassar dos estudantes .
- A falta de motivação,
- Distúrbios de memória auditiva: A criança não consegue entender os enunciados que lhes são passados oralmente, sendo assim, não conseguem guardar os fatos, isto lhe incapacitaria para resolver os problemas matemáticos.
- Distúrbios de percepção visual: A criança pode trocar 6 por 9, ou 3 por 8 ou 2 por 5 por exemplo. Por não conseguirem se lembrar da aparência elas têm dificuldade em realizar cálculos.
- Confusões com os sinais matemáticos e dificuldades para fazer simples continhas podem estar ligadas a um distúrbio neurológico.

O diagnóstico
Na Educação Infantil , já é possível notar algum sinal de dificuldade de aprendizagem , quando a criança apresenta dificuldade em responder às relações matemáticas propostas - como igual e diferente, pequeno e grande, dias da semana entre outros. Mas ainda é cedo para um diagnóstico preciso. É só a partir dos 7 ou 8 anos, com a introdução dos símbolos específicos da matemática e das operações básicas, que os sintomas se tornam mais visíveis.
É importante chegar a um diagnóstico o mais rápido possível, para iniciar as intervenções adequadas.

Alguns caminhos
A intervenção psicopedagógica propõe melhorar a imagem que a criança tem de si mesma, valorizando as atividades nas quais ela se sai bem; descobrir como é o seu próprio processo de aprendizagem - às vezes, ela tem um modo de raciocinar que não é o padrão, estabelecendo uma lógica particular que foge ao usual - e a partir daí trabalhar uma série de exercícios neuromotores e gráficos que vão ajudá-la a trabalhar melhor com os símbolos e com os jogos, que irão ajudar na seriação, classificação, habilidades psicomotoras, habilidades espaciais, contagem. Mais informações pelo telefone 3454-40-92 ou 8134-9005.


Letícia Casonatto
Pedagoga e Psicopedagoga
Esp. em Neuropiscopedagogia e Inclusão Escolar

 

PALMADA EDUCA?

Muito vem se discutindo sobre dar limites aos filhos e cada vez mais pais aderem à tendência de educa-los com base no bom diálogo, evitando ou mesmo abolindo os tapinhas e as palmadinhas corretivas. Agora, esse novo jeito de educar virou um projeto de lei que tramita pelo Congresso Nacional  e recebe apoio de alguns profissionais da educação e da saúde.
Mas por que não bater ?

  • Porque bater nada tem a ver com ensinar e dar limites, são atitudes opostas.
  • Porque com o tempo o tapinha e a palmadinha no bumbum deixar de surtir efeito.
  • A criança até pode obedecer após uma palmada, mas não aprende verdadeiramente, apenas tem medo de apanhar novamente.
  • Porque depois da palmada  sempre, ou quase sempre surge a culpa por parte dos pais.
  • Porque mostra que bater é uma forma de se comunicar e resolver conflitos e isto pode influenciar no relacionamento com os coleguinhas da escola.

O que a criança aprende através da palmada?

  • A ter medo do maior, do mais forte ou do poderoso.
  • A perda do interesse da atividade em que estava fazendo no momento em que apanhou.
  •  Que é válido ter um comportamento agressivo.
  • Que a força e a violência  são mais importantes do que o diálogo.
  • Que omitir ou ocultar fatos pode dar bons resultados.
  • Que os pais não são confiáveis.

Mas como dar limites sem bater?

  • Através do carinho, amor , reflexão e diálogo.
  • Premiando ou recompensando o bom comportamento e entendendo que premiar não é obrigatoriamente dar coisas materiais.
  • Fazendo com que a criança assuma as consequências dos seus atos.

Acredito que o importante não é debater simplesmente a  lei  e sua eficácia, mas sim refletir  sobre os melhores caminhos da educação em nosso país. E que usar o diálogo para resolver os problemas indisciplinares deve ser sempre a primeira opção de pais e educadores. Mais informações pelo fone 3454 -4092.

Letícia Casonatto
Pedagoga e Psicopedagoga Clínica e Institucional da Clínica Jeito de Ser.
Esp. em Neuropsicopedagogia e Inclusão Escolar.
3454- 40-92

 

A importância do brincar para o desenvolvimento infantil


O brincar ou o jogo contribuem de diversas formas no desenvolvimento da criança. Ensina a escolher, assumir, participar, delegar e postergar, permitindo que as crianças sejam parte ativa nessa seleção. Elas se constituem como sujeitos sociais à medida em que interagem com o outro na troca, no conflito, na conquista das relações, possibilitando construção de representações.
A função do brincar na infância é tão importante e indispensável quanto comer, falar, dormir etc. É por meio dessa atividade que a criança alimenta seu sistema emocional, psíquico e cognitivo. Ela elabora e reelabora toda sua existência por meio da linguagem do brincar, do lúdico e das interações, construindo o seu conhecimento com prazer.
A brincadeira permeia a própria existência humana, porém, durante os seis primeiros anos de vida, a criança utiliza-se dessa linguagem para se expressar e para compreender o mundo e as pessoas. Ela desenvolve, gradativamente, competências pra compreender e atuar sobre o mundo.
Ao brincar, a criança entra definitivamente no mundo das aprendizagens concretas. Ela elabora hipóteses e as coloca em prática, constrói objetos e manipula as possibilidades de seu universo.
As brincadeiras contribuem para o desenvolvimento e amadurecimento do cérebro, quanto mais a criança brinca, pula, corre, canta, faz de conta, mais sinapses ela terá no cérebro.
Os pais devem ficar atentos a faixa etária da criança e o tipo de brinquedo mais adequado:
- Até os 9 meses o bebê está descobrindo formas , sons e cores a sua volta. Opte por brinquedos leves de diversas formas e cores.
- Dos 9 meses até os 12 meses as crianças gostam de pegar tudo o que veem . Escolha brinquedos de várias texturas e materiais ( tecido, borracha, plástico, madeira...).
- 1 ano :as habilidades manuais e corporais devem ser desenvolvidas. Ofereça jogos de encaixe, empurrar, abrir e fechar para estimular a coordenação motora.
- 2 anos: aproveite as habilidades já conquistadas e ofereças brinquedos com peças para montar.
- 3 aos 5 anos: a criança nesta fase gosta de imitar o adulto , ofereça panelinhas, carrinhos, casinhas, fantoches.
- 5 aos 7 anos: as brincadeiras em grupo ganham importância. As crianças irão gostar de jogos que possam brincar com seus amiguinhos.
- 7 aos 9 anos: jogos de raciocínio e memória, como dominó e quebra-cabeça.
-9 aos 12 anos: o desenvolvimento físico e motor já está preparado para atividades mais complexas. Geralmente nesta idade eles gostam de jogos ativos e eletrônicos.
Mais informações pelo telefone 3454- 40-92
Letícia Casonatto – Pedagoga e Psicopedagoga Clínica e Institucional
Esp. em Neuropsicopedagogia e Inclusão Escolar.

Letícia Casonatto
Pedagoga e Psicopedagoga esp. em Neuropsicopedagogia e Inclusão Escolar
Profissional da Clínica Jeito de Ser.
Telefone: (54) 34544092

 

A adaptação escolar

O início da vida escolar é um acontecimento significativo para toda a família, que terá dois grandes desafios pela frente: o ambiente desconhecido e a separação da mãe.
A adaptação é um processo contínuo de mudança, crescimento, desenvolvimento e amadurecimento. Marcado por encontros e desencontros é o momento em que a criança e seus pais passam a criar novas relações afetivas com um novo grupo que se encontra na sociedade. Acontece, a partir de então novos relacionamentos, favorecendo que a criança construa um mundo social mais amplo e se desenvolva intelectualmente e emocionalmente.
Nesse momento de sua vida a criança depara-se com duas conquistas fundamentais: a independência e a autonomia. Os pais podem e devem ajudar seus filhos neste momento tão importante.
1- A ida da criança à escola deve ser preparada; entretanto, evite longas explicações para ela, pois isso pode despertar suspeitas e insegurança;
2- O choro na hora da separação é frequente e nem sempre significa que a criança não queira ficar na escola;
3- Cabe à mãe entregar a criança ao educador, colocando-a no chão e incentivando-a a ficar na escola. Não é recomendável deixar o educador com o encargo de retirar a criança do colo da mãe;
4- A sala de atividades é um espaço que deve ser respeitado e sua presença nela, além de dificultar a compreensão da separação, fará as outras crianças cobrarem a presença de suas mães;
5- Nunca saia escondido de seu filho. Despeça-se naturalmente.
Não desista na primeira dificuldade. Cada criança tem o seu jeito de ser e de se adaptar a novas situações. Muitos pais se sensibilizam com a resistência dos filhos à adaptação escolar e acabam retardando este momento. O que você deve ter em mente é que estará preparando seu filho para conviver em sociedade, aprendendo a compartilhar e respeitar o outro.


Letícia Casonatto
Pedagoga e Psicopedagoga esp. em Neuropsicopedagogia e Inclusão Escolar
Profissional da Clínica Jeito de Ser
Telefone: (54) 34544092