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ARTIGO

Com a passagem da Páscoa sugiro que procurem o Pediatra de seu filho (a) para verificar se faz necessário o uso de medicamento contra Parasitoses intestinais, uma vez que as guloseimas, doces e chocolates contribuem para esse tipo de parasitas, também chamado de vermes.

O que são parasitoses intestinais? São vermes? Parasitose intestinal é isso mesmo: um bichinho que resolve viver dentro da barriga da criança (e de adultos também). Os especialistas criaram uma divisão: são chamados de vermes os parasitas maiores, visíveis a olho nu (como a lombriga). Os menorzinhos, formados de uma célula só, são chamados de protozoários parasitas (como a giárdia). As parasitoses intestinais são bem comuns no mundo inteiro. Crianças de cidade também pegam parasitas, não só as que moram em áreas rurais. A transmissão acontece quando os ovos do parasita são ingeridos. Pode ser por alimentos contaminados com terra ou quando a criança coloca a mão na boca depois da brincadeira.
Como vou saber se meu filho está com parasita? Nem sempre as parasitoses intestinais têm sintomas. Outras vezes, os sintomas são pouco específicos, ou seja, valem para quase qualquer coisa. Veja abaixo alguns dos sintomas que podem aparecer:
- alteração no ritmo e frequência das evacuações, podendo tanto apresentar diarreia quanto obstipação intestinal (intestino preso).

- dor abdominal, frequente ou ocasional
- náuseas
- presença de gordura nas fezes
- presença de sangue nas fezes
- presença de muco (catarro) com sangue nas fezes
- eliminação de vermes pelas fezes ou por vômitos
- coceira na região do ânus, principalmente à noite
- coceira na região da vagina, principalmente à noite
- alteração de apetite, tanto falta quanto aumento
- vontade de comer coisas estranhas, como terra, tijolo, areia etc.
- anemia

- algumas reações alérgicas, tanto cutâneas como respiratórias, podem ser causadas por parasitas intestinais
- em casos mais graves, emagrecimento e até desnutrição
Mesmo o exame de fezes não consegue detectar com certeza a presença de ovos ou o próprio parasita. Os médicos costumam pedir três amostras diferentes, ou seja, três exames de fezes feitos em dias diferentes, para aumentar a chance de detectar a infestação.

Qual é o tratamento para as parasitoses? Existem vários remédios contra parasitas, mas eles precisam ser prescritos pelo pediatra. A dose dos medicamentos varia dependendo do tipo de parasita e da suspeita do médico.
Na prática, alguns pediatras receitam a administração de vermífugos ou remédios contra os parasitas só para garantir, mesmo que não haja prova da infestação. Essa medida depende de cada pediatra. O recomendado por especialistas, porém, é sempre fazer o exame de fezes antes.

O que posso fazer para prevenir as parasitoses? - Lavar as mãos antes das refeições, antes de manipular e preparar alimentos, antes de cuidar das crianças, após ir ao banheiro ou trocar fraldas.
- Andar sempre que possível com os pés calçados.
- Cozinhar bem os alimentos (principalmente carne de porco).
- Lavar com água potável os alimentos que são consumidos crus e deixá-los de molho em água com água sanitária (conforme recomendação do fabricante).
- Beber somente água fervida ou filtrada.
- Manter a casa limpa, assim como o terreno ao redor.
- Conservar as mãos sempre limpas e as unhas aparadas e limpas.
- Evitar colocar a mão na boca.
- Não deixar as crianças brincarem em terrenos baldios, com lixo ou água poluída.

Animais de estimação transmitem parasitoses? Sim, animais de estimação podem transmitir parasitoses. Por isso é muito importante seguir as recomendações do veterinário e administrar vermífugo de tempos em tempos ao bichinho da casa. Entre as parasitoses que podem ser transmitidas por cães está o chamado "ascaris do cachorro" (Toxocara canis), que pode atingir o pulmão, outros órgãos e até os olhos.
O cachorro também transmite pelas fezes o bicho geográfico, uma larva que penetra na pele e provoca coceira e inflamação.
Siga a orientação do veterinário para vermifugar seu animal de estimação e estimule seu filho a sempre lavar as mãos. Passar um lencinho umedecido nas patinhas do cachorro depois do passeio também é boa ideia: ele pode pisar no cocô de outros animais e trazer os ovos de parasitas de outros animais para dentro de casa, sendo assim o cuidado é maior.

Fonte: Conselho Médico do Site Baby Center Brasil.
Nutricionista: Cattia Zaccaron – CRN2 9773

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HIGIENE NUNCA É DEMAIS!


A higiene é o conjunto de meios para manter as condições favoráveis à saúde.
A higiene dos filhos é uma tarefa dos pais. Só aos 06 anos é que as crianças estão “maduras” para cuidar de sua própria higiene pessoal. Os pais não devem passar a responsabilidade antes que elas estejam preparadas. Para que a criança seja bem-educada em higienização e desenvolva bons hábitos é necessário que ela receba informações e exemplos.
Saiba que uma higiene adequada ajuda a combater inúmeras doenças.

Higiene corporal
Banho:

A pele tem milhões de glândulas especiais que produzem suor, e outras que produzem uma substância parecida com o sebo. A falta de banho provoca o acumulo progressivo dessas substâncias, que se somam às sujeiras exteriores (poeiras, terra, areia, etc.). A consequência de um banho mal tomado é o aparecimento de vermelhidão na pele, além do odor desagradável, o risco de aparecimento de piolhos e sarna, micoses, seborréia, infecções urinárias e corrimento vaginal nas meninas.
O banho diário é importantíssimo e é indispensável à saúde do corpo, mesmo no inverno. Depois do banho, certificar que estejam bem limpos e secos os espaços entre os dedos, virilhas e outras dobras.
Limpeza das Mãos:
As mãos precisam estar sempre limpas.
Nunca devemos comer ou mexer em alimentos sem antes termos lavado as mãos.
Unhas:
Cortar as unhas e mantê-las sempre limpas são medidas importantes para prevenir certas doenças. Quando a pessoa coloca a mão na boca, a sujeira armazenada debaixo das unhas pode dar origem a verminoses e outras doenças intestinais. Além disso, devemos valorizar os aspectos estéticos relacionados à beleza das unhas.
Cabelos:
Devem estar sempre lavados e penteados. Devem ser cortados regularmente. Nos cabelos acumulam-se poeira e gorduras que precisam ser eliminadas. É sempre agradável observarmos cabelos limpos, brilhantes, cheirosos e bem cortados.
Os cabelos grandes e sujos facilitam o aparecimento e a multiplicação de piolhos.
Vestuário:
A roupa e o calçado devem estar sempre limpos e serem adequados ao tempo que faz: frescos no verão, quentes no inverno e impermeáveis nos dias de chuva. Devem ser confortáveis!
O vestuário é importante para manter a temperatura corporal. Vista sempre, junto ao corpo, roupas de algodão, pois não retém o suor o que evita o aparecimento de mau cheiro. Não esqueça também de mudar diariamente as roupas. Roupa limpa é sinal de Higiene.
• Procure separar através de sacos plásticos limpos, as roupas, o calçado e os alimentos na mochila do seu filho para evitar a contaminação.
Higiene dentária:
A saúde da boca é fundamental para que se consiga o adequado aproveitamento dos alimentos pelo nosso organismo. Dentes e gengivas fortes e saudáveis em conjunto com uma boa salivação, são os elementos básicos para um bom início da digestão.
Após a mastigação e a deglutição, permanecem na boca pequenos pedaços de comida que misturados com a saliva e bactérias existentes na boca, vão formar a placa bacteriana aderente aos dentes. Esta sofre transformações químicas, no sentido da acidificação. Os ácidos que se formam vão corroer o esmalte dos dentes conduzindo à cárie dentária.
Uma das principais formas de proteger seu filho da cárie dentária é realizar a Higiene dentária regular (de manhã, após as refeições e antes de deitar), leve-o ao dentista de seis em seis meses, para vigiar e tratar dos dentes.

Cattia Zaccaron – Nutricionista CRN² 9773

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Senhores Pais

Com a passagem da Páscoa sugiro que procurem o Pediatra de seu filho (a) para verificar se faz necessário o uso de medicamento contra Parasitoses intestinais, uma vez que as guloseimas, doces e chocolates contribuem para esse tipo de parasitas, também chamado de vermes.

O que são parasitoses intestinais? São vermes? Parasitose intestinal é isso mesmo: um bichinho que resolve viver dentro da barriga da criança (e de adultos também). Os especialistas criaram uma divisão: são chamados de vermes os parasitas maiores, visíveis a olho nu (como a lombriga). Os menorzinhos, formados de uma célula só, são chamados de protozoários parasitas (como a giárdia). As parasitoses intestinais são bem comuns no mundo inteiro. Crianças de cidade também pegam parasitas, não só as que moram em áreas rurais. A transmissão acontece quando os ovos do parasita são ingeridos. Pode ser por alimentos contaminados com terra ou quando a criança coloca a mão na boca depois da brincadeira.
Como vou saber se meu filho está com parasita? Nem sempre as parasitoses intestinais têm sintomas. Outras vezes, os sintomas são pouco específicos, ou seja, valem para quase qualquer coisa. Veja abaixo alguns dos sintomas que podem aparecer:

- alteração no ritmo e frequência das evacuações, podendo tanto apresentar diarreia quanto obstipação intestinal (intestino preso).
- dor abdominal, frequente ou ocasional
- náuseas
- presença de gordura nas fezes
- presença de sangue nas fezes
- presença de muco (catarro) com sangue nas fezes
- eliminação de vermes pelas fezes ou por vômitos
- coceira na região do ânus, principalmente à noite
- coceira na região da vagina, principalmente à noite
- alteração de apetite, tanto falta quanto aumento
- vontade de comer coisas estranhas, como terra, tijolo, areia etc.
- anemia
- algumas reações alérgicas, tanto cutâneas como respiratórias, podem ser causadas por parasitas intestinais
- em casos mais graves, emagrecimento e até desnutrição

Mesmo o exame de fezes não consegue detectar com certeza a presença de ovos ou o próprio parasita. Os médicos costumam pedir três amostras diferentes, ou seja, três exames de fezes feitos em dias diferentes, para aumentar a chance de detectar a infestação.

Qual é o tratamento para as parasitoses? Existem vários remédios contra parasitas, mas eles precisam ser prescritos pelo pediatra. A dose dos medicamentos varia dependendo do tipo de parasita e da suspeita do médico.
Na prática, alguns pediatras receitam a administração de vermífugos ou remédios contra os parasitas só para garantir, mesmo que não haja prova da infestação. Essa medida depende de cada pediatra. O recomendado por especialistas, porém, é sempre fazer o exame de fezes antes.

O que posso fazer para prevenir as parasitoses? - Lavar as mãos antes das refeições, antes de manipular e preparar alimentos, antes de cuidar das crianças, após ir ao banheiro ou trocar fraldas.
- Andar sempre que possível com os pés calçados.
- Cozinhar bem os alimentos (principalmente carne de porco).
- Lavar com água potável os alimentos que são consumidos crus e deixá-los de molho em água com água sanitária (conforme recomendação do fabricante).
- Beber somente água fervida ou filtrada.
- Manter a casa limpa, assim como o terreno ao redor.
- Conservar as mãos sempre limpas e as unhas aparadas e limpas.
- Evitar colocar a mão na boca.
- Não deixar as crianças brincarem em terrenos baldios, com lixo ou água poluída.

Animais de estimação transmitem parasitoses? Sim, animais de estimação podem transmitir parasitoses. Por isso é muito importante seguir as recomendações do veterinário e administrar vermífugo de tempos em tempos ao bichinho da casa. Entre as parasitoses que podem ser transmitidas por cães está o chamado "ascaris do cachorro" (Toxocara canis), que pode atingir o pulmão, outros órgãos e até os olhos.
O cachorro também transmite pelas fezes o bicho geográfico, uma larva que penetra na pele e provoca coceira e inflamação.
Siga a orientação do veterinário para vermifugar seu animal de estimação e estimule seu filho a sempre lavar as mãos. Passar um lencinho umedecido nas patinhas do cachorro depois do passeio também é boa ideia: ele pode pisar no cocô de outros animais e trazer os ovos de parasitas de outros animais para dentro de casa, sendo assim o cuidado é maior.

Fonte: Conselho Médico do Site BabyCenter Brasil.
Nutricionista: Cattia Zaccaron – CRN2 9773

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Hipertensão Infantil

A hipertensão arterial infantil tem suas características semelhantes a dos adultos, tendo prevalência de casos da forma primária, com falta de sinais e sintomas que apontem a presença da doença. Isto demanda maior atenção às investigações relacionadas à prevalência dessa doença entre crianças e adolescentes. Em meio aos fatores que contribuem para a origem da hipertensão arterial, destaca-se o estilo de vida pouco saudável, onde se incluem os hábitos alimentares inadequados associados à inatividade física e também ao baixo nível socioeconômico, a obesidade, fatores genéticos, ambientais e antropométricos. Há uma relação ao fato de que a maioria dos fatores de risco para a hipertensão arterial, identificada na vida adulta, é comum também na infância. E as evidências indicam que hábitos inadequados de vida adotados na infância podem repercutir negativamente na idade adulta, como na obesidade e no diabete mellitus e também nas doenças cardiovasculares. Estudos realizados em diversos países enfatizam a ocorrência da hipertensão arterial em idade cada vez mais precoce, e o Brasil segue a tendência mundial. As investigações realizadas no país caracterizam a distribuição desse agravo em crianças e adolescentes de diversas regiões, causando preocupação no campo da saúde. A presença do indicador de risco no histórico familiar de hipertensão determina maior risco para que os filhos também desenvolvam essa patologia. Isso se confirma por um estudo realizado em São Paulo, no qual os valores da pressão arterial sistólica e pressão arterial diastólica foram maiores para filhos de hipertensos do que para os filhos de normotensos. Desde o nascimento, os níveis de pressão arterial aumentam proporcionalmente com a faixa etária. Entretanto alguns estudos relatam que, entre os fatores de risco, o peso e a altura são mais importantes que a idade na determinação do evento. No entanto, é consensual que a idade deve ser controlada sempre que se estudar a curva de distribuição da hipertensão.

O que os pais precisam saber sobre hipertensão infantil

  1. A hipertensão arterial pode ser de dois tipos: hipertensão secundária – quando é causada por outra doença, como um problema renal; e hipertensão essencial, a qual não tem causa definida. Ambas as formas da doença podem acometer idosos, adultos, jovens e crianças.
  2. Todos devem ter a sua pressão aferida regularmente, inclusive as crianças, durante as consultas ao pediatra.

 

  1. Enquanto no adulto saudável, a pressão ótima é abaixo de 120/80mmHg (12 por 8), na faixa etária até os 18 anos esse dado não é arbitrário. Os níveis que configuram a hipertensão são avaliados pelo médico levando-se em conta idade, sexo e estatura. 
  2. Entre as crianças e adolescentes, a hipertensão essencial está geralmente associada ao estilo de vida – sedentarismo e má-alimentação, principalmente o sobrepeso e a obesidade.
  3. A hipertensão essencial raramente apresenta sintomas, só podendo ser diagnosticada por meio da medida da pressão. 
  4. O estilo de vida das crianças e adolescentes geralmente está associado aos hábitos dos pais. É importante que estes dêem o exemplo desde cedo.
  5. Em grande parte dos casos, a hipertensão do adulto começa na infância. Nessa fase, mesmo a forma leve da doença é capaz de provocar alterações danosas ao organismo, como o aumento do  coração e seu mau funcionamento, problemas nos rins e alterações nos vasos sangüíneos dos olhos. As alterações podem trazer complicações graves na idade adulta.
  6.  Os cuidados começam na gestação. Pesquisas relacionam a nutrição da gestante, o desenvolvimento fetal e a dieta do lactente com o surgimento de doenças cardiovasculares e renais no futuro.
  1. O leite materno é considerado a dieta ideal para o lactente até seis meses de idade. O aleitamento artificial pode produzir ganho de peso excessivo e contribuir para o surgimento de obesidade infantil. 

 

  1. Na maioria dos casos, é possível tratar a hipertensão essencial em crianças e adolescentes sem medicamentos. O tratamento é feito com alterações na dieta – que deverá incluir frutas, verduras e pouco sal, e com um programa adequado de atividade física.

 

Sociedade Brasileira de Hipertensão

Nutricionista Cattia Zaccaron CRN2 9773

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Senhores Pais

Com a passagem da Páscoa sugiro que procurem o Pediatra do seu filho (a) para verificar se faz necessário o uso de medicamento contra Parasitoses intestinais, uma vez que as guloseimas, doces e chocolates provocam esse tipo de parasitas mais comum chamado de vermes.
O que são parasitoses intestinais? São vermes? Parasitose intestinal é isso mesmo: um bichinho que resolve viver dentro da barriga da criança (e de adultos também). Os especialistas criaram uma divisão: são chamados de vermes os parasitas maiores, visíveis a olho nu (como a lombriga). Os menorzinhos, formados de uma célula só, são chamados de protozoários parasitas (como a giárdia). As parasitoses intestinais são bem comuns no mundo inteiro. Crianças de cidade também pegam parasitas, não só as que moram em áreas rurais. A transmissão acontece quando os ovos do parasita são ingeridos. Pode ser por alimentos contaminados com terra ou quando a criança coloca a mão na boca depois da brincadeira.
Como vou saber se meu filho está com parasita?
Nem sempre as parasitoses intestinais têm sintomas. Outras vezes, os sintomas são pouco específicos, ou seja, valem para quase qualquer coisa. Veja abaixo alguns dos sintomas que podem aparecer:

- dor abdominal, frequente ou ocasional
- náuseas
- alteração no ritmo e frequência das evacuações, podendo tanto apresentar diarreia quanto obstipação intestinal (intestino preso).
- presença de gordura nas fezes
- presença de sangue nas fezes
- presença de muco (catarro) com sangue nas fezes
- eliminação de vermes pelas fezes ou por vômitos
- coceira na região do ânus, principalmente à noite
- coceira na região da vagina, principalmente à noite
- alteração de apetite, tanto falta quanto aumento
- vontade de comer coisas estranhas, como terra, tijolo, areia etc.
- anemia
- algumas reações alérgicas, tanto cutâneas como respiratórias, podem ser causadas por parasitas intestinais
- em casos mais graves, emagrecimento e até desnutrição

Mesmo o exame de fezes não consegue detectar com certeza a presença de ovos ou o próprio parasita. Os médicos costumam pedir três amostras diferentes, ou seja, três exames de fezes feitos em dias diferentes, para aumentar a chance de detectar a infestação.

Qual é o tratamento para as parasitoses? Existem vários remédios contra parasitas, mas eles precisam ser prescritos pelo pediatra. A dose dos medicamentos varia dependendo do tipo de parasita e da suspeita do médico.
Na prática, alguns pediatras receitam a administração de vermífugos ou remédios contra os parasitas só para garantir, mesmo que não haja prova da infestação. Essa medida depende de cada pediatra. O recomendado por especialistas, porém, é sempre fazer o exame de fezes antes.

O que posso fazer para prevenir as parasitoses? - Lavar as mãos antes das refeições, antes de manipular e preparar alimentos, antes de cuidar das crianças, após ir ao banheiro ou trocar fraldas.
- Andar sempre que possível com os pés calçados.
- Cozinhar bem os alimentos (principalmente carne de porco).
- Lavar com água potável os alimentos que são consumidos crus e deixá-los de molho em água com água sanitária (conforme recomendação do fabricante).
- Beber somente água fervida ou filtrada.
- Manter a casa limpa, assim como o terreno ao redor.
- Conservar as mãos sempre limpas e as unhas aparadas e limpas.
- Evitar colocar a mão na boca.
- Não deixar as crianças brincarem em terrenos baldios, com lixo ou água poluída.

Animais de estimação transmitem parasitoses? Sim, animais de estimação podem transmitir parasitoses. Por isso é muito importante seguir as recomendações do veterinário e administrar vermífugo de tempos em tempos ao bichinho da casa.
Entre as parasitoses que podem ser transmitidas por cães está o chamado "ascaris do cachorro" (Toxocara canis), que pode atingir o pulmão, outros órgãos e até os olhos. O cachorro também transmite pelas fezes o bicho geográfico, uma larva que penetra na pele e provoca coceira e inflamação.

Siga a orientação do veterinário para vermifugar seu animal de estimação e estimule seu filho a sempre lavar as mãos. Passar um lencinho umedecido nas patinhas do cachorro depois do passeio também é boa ideia: ele pode pisar no cocô de outros animais e trazer ovos de parasitas para dentro de casa.

Fonte: Conselho Médico do Site BabyCenter Brasil.

Nutricionista: Cattia Zaccaron – CRN2 9773

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HIGIENE NUNCA É DEMAIS!
A higiene é o conjunto de meios para manter as condições favoráveis à saúde.
A higiene dos filhos é uma tarefa dos pais. Só aos 06 anos é que as crianças estão “maduras” para cuidar de sua própria higiene pessoal. Os pais não devem passar a responsabilidade antes que elas estejam preparadas. Para que a criança seja bem-educada em higienização e desenvolva bons hábitos é necessário que ela receba informações e exemplos.
Saiba que uma higiene adequada ajuda a combater inúmeras doenças.

Higiene corporal
Banho:
A pele tem milhões de glândulas especiais que produzem suor, e outras que produzem uma substância parecida com o sebo. A falta de banho provoca o acumulo progressivo dessas substâncias, que se somam às sujeiras exteriores (poeiras, terra, areia, etc.). A consequência de um banho mal tomado é o aparecimento de vermelhidão na pele, além do odor desagradável, o risco de aparecimento de piolhos e sarna, micoses, seborréia, infecções urinárias e corrimento vaginal nas meninas.
O banho diário é importantíssimo e é indispensável à saúde do corpo, mesmo no inverno. Depois do banho, certificar que estejam bem limpos e secos os espaços entre os dedos, virilhas e outras dobras.

Limpeza das Mãos:
As mãos precisam estar sempre limpas.
Nunca devemos comer ou mexer em alimentos sem antes termos lavado as mãos.

Unhas:
Cortar as unhas e mantê-las sempre limpas são medidas importantes para prevenir certas doenças. Quando a pessoa coloca a mão na boca, a sujeira armazenada debaixo das unhas pode dar origem a verminoses e outras doenças intestinais. Além disso, devemos valorizar os aspectos estéticos relacionados à beleza das unhas.

Cabelos:
Devem estar sempre lavados e penteados. Devem ser cortados regularmente. Nos cabelos acumulam-se poeira e gorduras que precisam ser eliminadas. É sempre agradável observarmos cabelos limpos, brilhantes, cheirosos e bem cortados.
Os cabelos grandes e sujos facilitam o aparecimento e a multiplicação de piolhos.

Vestuário:
A roupa e o calçado devem estar sempre limpos e serem adequados ao tempo que faz: frescos no verão, quentes no inverno e impermeáveis nos dias de chuva. Devem ser confortáveis!
O vestuário é importante para manter a temperatura corporal. Vista sempre, junto ao corpo, roupas de algodão, pois não retém o suor o que evita o aparecimento de mau cheiro. Não esqueça também de mudar diariamente as roupas. Roupa limpa é sinal de Higiene.
• Procure separar através de sacos plásticos limpos, as roupas, o calçado e os alimentos na mochila do seu filho para evitar a contaminação.

Higiene dentária:
A saúde da boca é fundamental para que se consiga o adequado aproveitamento dos alimentos pelo nosso organismo. Dentes e gengivas fortes e saudáveis em conjunto com uma boa salivação, são os elementos básicos para um bom início da digestão.
Após a mastigação e a deglutição, permanecem na boca pequenos pedaços de comida que misturados com a saliva e bactérias existentes na boca, vão formar a placa bacteriana aderente aos dentes. Esta sofre transformações químicas, no sentido da acidificação. Os ácidos que se formam vão corroer o esmalte dos dentes conduzindo à cárie dentária.
Uma das principais formas de proteger seu filho da cárie dentária é realizar a Higiene dentária regular (de manhã, após as refeições e antes de deitar), leve-o ao dentista de seis em seis meses, para vigiar e tratar dos dentes.

Cattia Zaccaron – Nutricionista CRN² 9773

 

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Senhores Pais
Com a passagem da Páscoa sugiro que procurem o Pediatra do seu filho (a) para verificar se faz necessário o uso de medicamento contra Parasitoses intestinais, uma vez que as guloseimas, doces e chocolates provocam esse tipo de parasitas mais comum chamado de vermes.
O que são parasitoses intestinais? São vermes? Parasitose intestinal é isso mesmo: um bichinho que resolve viver dentro da barriga da criança (e de adultos também). Os especialistas criaram uma divisão: são chamados de vermes os parasitas maiores, visíveis a olho nu (como a lombriga). Os menorzinhos, formados de uma célula só, são chamados de protozoários parasitas (como a giárdia). As parasitoses intestinais são bem comuns no mundo inteiro. Crianças de cidade também pegam parasitas, não só as que moram em áreas rurais. A transmissão acontece quando os ovos do parasita são ingeridos. Pode ser por alimentos contaminados com terra ou quando a criança coloca a mão na boca depois da brincadeira.
Como vou saber se meu filho está com parasita?
Nem sempre as parasitoses intestinais têm sintomas. Outras vezes, os sintomas são pouco específicos, ou seja, valem para quase qualquer coisa. Veja abaixo alguns dos sintomas que podem aparecer:

- dor abdominal, frequente ou ocasional
- náuseas
- alteração no ritmo e frequência das evacuações, podendo tanto apresentar diarreia quanto obstipação intestinal (intestino preso).
- presença de gordura nas fezes
- presença de sangue nas fezes
- presença de muco (catarro) com sangue nas fezes
- eliminação de vermes pelas fezes ou por vômitos
- coceira na região do ânus, principalmente à noite
- coceira na região da vagina, principalmente à noite
- alteração de apetite, tanto falta quanto aumento
- vontade de comer coisas estranhas, como terra, tijolo, areia etc.
- anemia
- algumas reações alérgicas, tanto cutâneas como respiratórias, podem ser causadas por parasitas intestinais
- em casos mais graves, emagrecimento e até desnutrição

Mesmo o exame de fezes não consegue detectar com certeza a presença de ovos ou o próprio parasita. Os médicos costumam pedir três amostras diferentes, ou seja, três exames de fezes feitos em dias diferentes, para aumentar a chance de detectar a infestação.

Qual é o tratamento para as parasitoses? Existem vários remédios contra parasitas, mas eles precisam ser prescritos pelo pediatra. A dose dos medicamentos varia dependendo do tipo de parasita e da suspeita do médico.
Na prática, alguns pediatras receitam a administração de vermífugos ou remédios contra os parasitas só para garantir, mesmo que não haja prova da infestação. Essa medida depende de cada pediatra. O recomendado por especialistas, porém, é sempre fazer o exame de fezes antes.

O que posso fazer para prevenir as parasitoses? - Lavar as mãos antes das refeições, antes de manipular e preparar alimentos, antes de cuidar das crianças, após ir ao banheiro ou trocar fraldas.
- Andar sempre que possível com os pés calçados.
- Cozinhar bem os alimentos (principalmente carne de porco).
- Lavar com água potável os alimentos que são consumidos crus e deixá-los de molho em água com água sanitária (conforme recomendação do fabricante).
- Beber somente água fervida ou filtrada.
- Manter a casa limpa, assim como o terreno ao redor.
- Conservar as mãos sempre limpas e as unhas aparadas e limpas.
- Evitar colocar a mão na boca.
- Não deixar as crianças brincarem em terrenos baldios, com lixo ou água poluída.

Animais de estimação transmitem parasitoses? Sim, animais de estimação podem transmitir parasitoses. Por isso é muito importante seguir as recomendações do veterinário e administrar vermífugo de tempos em tempos ao bichinho da casa.
Entre as parasitoses que podem ser transmitidas por cães está o chamado "ascaris do cachorro" (Toxocara canis), que pode atingir o pulmão, outros órgãos e até os olhos. O cachorro também transmite pelas fezes o bicho geográfico, uma larva que penetra na pele e provoca coceira e inflamação.

Siga a orientação do veterinário para vermifugar seu animal de estimação e estimule seu filho a sempre lavar as mãos. Passar um lencinho umedecido nas patinhas do cachorro depois do passeio também é boa ideia: ele pode pisar no cocô de outros animais e trazer ovos de parasitas para dentro de casa.

Fonte: Conselho Médico do Site BabyCenter Brasil.
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Alimentação Complementar

A alimentação da criança desde o nascimento e nos primeiros anos de vida tem repercussões ao longo de toda a vida do indivíduo. Sabe-se que o aleitamento materno é um importante componente da alimentação infantil. O leite materno, isoladamente, é capaz de nutrir adequadamente as crianças nos primeiros 6 meses de vida; porém, a partir desse período, deve ser complementado. Com a introdução dos alimentos complementares é importante que a criança receba água nos intervalos.
Após seis meses dar alimentos complementares como cereais, tubérculos, carnes, leguminosas, frutas e legumes três vezes ao dia se a criança receber leite materno e cinco vezes ao dia se estiver desmamada, os alimentos complementares no primeiro anos de vida vão contribuir com o fornecimento de energia, proteína e micronutrientes, além de preparar a criança para formação de hábitos alimentares futuros. Todos os dias devem ser oferecidos alimentos de todos os grupos e variar os alimentos dentro de cada grupo.

Os alimentos complementares devem ser oferecidos à criança utilizando-se colher e copo, que são bem aceitos por crianças pequenas. Mamadeiras devem ser evitadas porque, além de ser uma fonte de contaminação para a criança, prejudicam a dinâmica oral e podem, principalmente durante o estabelecimento da lactação, confundir o bebê , expondo-o a um risco maior de desmame precoce. É importante lembrar que o bebê, ao longo do seu desenvolvimento, não precisa usar mamadeira.

A anemia ferropriva (falta de ferro) é um grave problema de saúde pública nos países em desenvolvimento. Até os 6 meses de idade, o leite materno supre as necessidades de ferro das crianças nascidas a termo. A partir daí, torna-se necessária a ingestão de uma alimentação complementar rica em ferro. A introdução precoce ou a substituição do leite materno por leite de vaca pode ocasionar problemas gastrintestinais e alérgicos. Além disso, esse alimento apresenta baixa biodisponibilidade e densidade de ferro, excesso de proteínas e minerais, especialmente cálcio, interferindo na absorção do ferro de outros alimentos, e está associado com a perda de sangue nas fezes , principalmente em crianças menores de 01 ano de idade. Deve-se evitar também dar bebidas açucaradas (refrigerantes, sucos artificiais e outras), pois elas diminuem o apetite da criança para alimentos mais nutritivos e podem causar fezes amolecidas. Chá e café também são desaconselháveis porque podem interferir na absorção de ferro.

Entre os fatores dietéticos que aumentam essa biodisponibilidade, encontram-se as carnes (boi, peixes, aves e fígado) e o ácido ascórbico (Vitamina C). Alimentos de origem vegetal, como o feijão, a lentilha, a soja e os vegetais verde-escuros (acelga, couve, brócolis, mostarda) têm, em sua composição, grandes quantidades de ferro, porém de baixa biodisponibilidade.

A utilização do leite de vaca ou derivados durante ou após a ingestão de alimentos ricos em ferro biodisponível constitui um risco para o desenvolvimento da anemia.

O cálcio é um elemento fundamental ao organismo, e sua importância está relacionada às funções que desempenha na mineralização óssea, principalmente na saúde óssea, desde a formação, manutenção da estrutura e rigidez do esqueleto.

Por não ser produzido pelo nosso organismo, o cálcio é somente adquirido através da ingestão diária de alimentos que o contenham. Como alimentos ricos em cálcio, destacam-se o leite e seus derivados (iogurte e queijo) com baixo teor de gorduras. Entretanto, não somente o consumo de leite e derivados contribui para a ingestão de cálcio dos indivíduos. São fontes de cálcio, vegetais de folhas verdes escuras, tais como couve, couve-manteiga, folhas de mostarda, de brócolis e de nabo, mas nestes o cálcio está pouco biodisponível. Sardinha, moluscos, ostras, salmão e leguminosas, como a soja, também contêm cálcio.

Volume e número de refeições lácteas por faixa etária no primeiro ano de vida:

1º semana a 30dias            60-120ml                      6 a 8 vezes ao dia
30-60 dias                           120-150ml                    6 a 8 vezes ao dia
2-3 meses                           150-180ml                     5-6 vezes ao dia
3-6 meses                           180-200ml                     4-5 vezes ao dia
7-12 meses                         180-200ml                     2-3 vezes ao dia

 

Tabelas para conhecimentos gerais: Recomendação Nutricional para Cálcio e Fontes Alimentares ricas em cálcio.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


BUENO ,Aline L.; CZEPIELEWSKI, Mauro A. A importância do consumo dietético de cálcio e vitamina D no crescimento. Jornal de Pediatria. (Rio J.) vol.84 no.5 Porto Alegre Set./Out. 2008.

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Dez passos para uma alimentação saudável. Guia Alimentar para crianças menores de 2 anos. Organização Pan – Americana de Saúde. Brasília, DF.2002.

OLIVEIRA, Maria A. A.; OSÓRIO, Mônica M. Consumo de leite de vaca e anemia ferropriva na infância. Jornal de Pediatria (Rio J). 81(5):361-7, 2005.

Nutricionista Cattia Zaccaron – CRN² 9773

 

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A importância da higiene como melhoria na qualidade de vida das crianças

Com as mudanças de atitude em todo o processo evolutivo, o Homem adquiriu cuidados relacionados com a sua alimentação e melhor higiene do seu próprio corpo. Por isso, várias doenças causadas pela ingestão de alimentos contaminados e a falta de higiene pessoal diminuíram sensivelmente, levando-o melhorar a sua qualidade de vida. A higiene dos filhos é uma tarefa dos pais. Só aos 6 anos é que as crianças estão “maduras” para cuidar de sua própria higiene pessoal. Os pais não devem passar a responsabilidade antes que elas estejam preparadas. Para que a criança seja bem-educada em higienização e desenvolva bons hábitos é necessário que ela receba informações e exemplos.

Higiene corporal

Banho: A pele tem milhões de glândulas especiais que produzem suor, e outras que produzem uma substância parecida com o sebo. A falta de banho provoca o acumulo progressivo dessas substâncias, que se somam às sujeiras exteriores (poeiras, terra, areia, etc.). A consequência de um banho mal tomado é o aparecimento de vermelhidão na pele, além do odor desagradável, o risco de aparecimento de piolhos e sarna, micoses, seborréia, infecções urinárias e corrimento vaginal nas meninas. O banho é importantíssimo e é indispensável à saúde do corpo. Lembrando que ficar ao lado de pessoas cheirosas é mais agradável.
Unhas: Cortar as unhas e mantê-las sempre limpas são medidas importantes para prevenir doenças. Quando a pessoa coloca a mão na boca, a sujeira armazenada debaixo das unhas pode dar origem a verminoses e outras doenças intestinais. Além disso, devemos valorizar os aspectos estéticos relacionados à beleza das unhas.
Cabelos: Devem estar sempre lavados e penteados. Devem ser cortados regularmente.
Nos cabelos acumulam-se poeiras e gorduras que precisam ser eliminadas. É sempre agradável observarmos cabelos limpos, brilhantes, cheirosos e bem cortados.
Os cabelos grandes e sujos facilitam o aparecimento e a multiplicação de piolhos.
Vestuário: A roupa e o calçado devem estar sempre limpos e serem adequados ao tempo que faz: frescos no Verão, quentes no Inverno e impermeáveis nos dias de chuva. Devem ser cômodos e folgados.
O vestuário é importante para manter a temperatura corporal. Vista sempre, junto ao corpo, roupas de algodão pois não retém o suor o que evita o aparecimento de mau cheiro. Não esqueça também de mudar diariamente as roupas. Roupa limpa é sinal de Higiene.
Procure separar através do invólucro de higiene escolar e sacolas plásticas limpos, as roupas e calçados na mochila do seu filho para evitar a contaminação.
Higiene dentária: A saúde da boca é fundamental para que se consiga o adequado aproveitamento dos alimentos pelo nosso organismo. Após a mastigação e a deglutição, permanecem na boca pequenos pedaços de comida que misturados com a saliva e bactérias existentes na boca, vão formar a placa bacteriana aderente aos dentes. Esta sofre transformações químicas, no sentido da acidificação. Os ácidos que se formam vão corroer o esmalte dos dentes conduzindo à cárie dentária.
Uma das principais formas de proteger seu filho da cárie dentária é realizar a Higiene dentária regular (de manhã, após as refeições e antes de deitar), leve-o ao dentista de seis em seis meses, para vigiar e tratar dos dentes.

 

A importância da higiene como melhor na qualidade de vida das crianças

As mudanças dos hábitos de higiene durante todo o processo evolutivo da humanidade são um dos fatores mais significativos para que o homem de hoje tenha uma maior longevidade.
Com as mudanças de atitude, o Homem adquiriu aprendizagens relacionadas com os seus padrões nutritivos (alimentação) e a cuidar melhor da higiene de seu próprio corpo. Por isso, várias doenças causadas pela ingestão de alimentos contaminados e a falta de higiene pessoal diminuíram sensivelmente, levando-o melhorar a sua qualidade de vida. A influência que as condições de saneamento básico têm sobre a saúde da população é notória. Em relação às crianças, essas condições estão diretamente ligadas aos índices de mortalidade e mobilidade infantil.
A higiene dos filhos é uma tarefa dos pais. Só aos 6 anos é que as crianças estão “maduras” para cuidar de sua própria higiene pessoal. Os pais não devem passar a responsabilidade antes que elas estejam preparadas. Para que a criança seja bem-educada em higienização e desenvolva bons hábitos é necessário que receba informações e exemplos. A higiene é o conjunto de meios para manter as condições favoráveis à saúde. Os hábitos de higiene diários incluem não só o banho mas também o tipo de alimentação, vestuário e calçado, a postura no dia-a-dia, as horas de sono diárias e a prática de exercício físico.
Higiene corporal
Banho: A pele tem milhões de glândulas especiais que produzem suor, e outras que produzem uma substância parecida com o sebo. A falta de banho provoca o acumulo progressivo dessas substâncias, que se somam às sujeiras exteriores (poeiras, terra, areia, etc.). A conseqüência de um banho mal tomado é o aparecimento de vermelhidão na pele, além do odor desagradável, o risco de aparecimento de piolhos e sarna, micoses, seborréia, infecções urinárias e corrimento vaginal nas meninas. O banho é importantíssimo e é indispensável à saúde do corpo. Depois do banho, certifica-te que estejam bem limpos e secos os espaços entre os  dedos, virilhas e outras dobras.
Limpeza das Mãos: As mãos têm de estar sempre limpas, não devemos comer ou mexer em alimentos sem antes termos lavado as mãos.
Unhas: Cortar as unhas e mantê-las sempre limpas são medidas importantes para prevenir certas doenças. Ao colocar a mão na boca a sujeira armazenada debaixo das unhas pode dar origem a verminoses e outras doenças intestinais. Importante valorizar o aspecto estético, eliminando o hábito de roer unhas.
Cabelos: Devem estar sempre lavados e penteados, cortados regularmente, pois, acumulam-se poeiras e gorduras que precisam ser eliminadas. É sempre agradável observarmos  cabelos limpos, brilhantes, cheirosos  e  bem cortados. Os  cabelos longos e sujos facilitam o aparecimento e a multiplicação de piolhos.
Vestuário: A roupa e o calçado devem estar sempre limpos e serem adequados ao tempo que faz: frescos no verão, quentes no inverno e impermeáveis nos dias de chuva, devem ser cômodos e folgados. O vestuário é importante para manter a temperatura corporal, vista roupas de algodão, pois não retém o suor e evita o aparecimento de mau cheiro. Trocar diariamente as roupas íntimas, roupa limpa é sinal de higiene e saúde, evite roupas justas de fibras sintéticas, utilize roupas de algodão para meias e roupas íntimas.
Higiene dentária: A saúde da boca é fundamental para que se consiga o adequado aproveitamento dos alimentos pelo nosso organismo. Dentes e gengivas fortes e saudáveis em conjunto com uma boa salivação, são os elementos básicos para um bom início da digestão. Após a mastigação e a deglutição, permanecem na boca pequenos pedaços de comida que misturados com a saliva e bactérias existentes na boca, vão formar a placa bacteriana aderente aos dentes. Esta sofre transformações químicas, no sentido da acidificação. Os ácidos que se formam vão corroer o esmalte dos dentes conduzindo à cárie dentária. Uma das principais formas de proteger seu filho da cárie dentária é realizar a higiene dentária regular (de manhã, após as refeições e antes de deitar), leve-o ao dentista de seis em seis meses, para avaliação dentária.

Cattia Zaccaron – Nutricionista CRN² 9773