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Meu Filho tem problema de fala?!

Cada letra que compõe nossa fala (fonema) segue uma ordem cronológica de aquisição, o quadro abaixo mostra o que é esperado de acordo com a idade da criança.

Idade Fonemas que devem estar adquiridos
1 ano e meio B, M
2 anos P,T, D, N
2 anos e meio K,G, nh (Manhã)
3 anos F, V, S, Z
3 anos e meio X (Xícara), J (Jacaré), R (Rato, Carro)
4 anos L, lh (Palhaço), r (carinho), S
4 anos e meio Encontro consonantal (Prato, Planta)
5 anos Aquisição completa.

Alguns sinais de alerta iniciais indicam que algo não está indo bem no desenvolvimento da linguagem, como:

- Quando apenas pessoas próximas entendem o que a criança está falando;
- Quando a fala da criança for infantilizada para sua idade.

Se as trocas persistirem até o momento da alfabetização, é muito provável que a criança também apresente trocas de letras na escrita. Neste caso, um problema se transforma em dois.

Diante disso, a avaliação com um fonoaudiólogo é importante para verificar as causas da alteração e estipular o tratamento maia adequado.

Érica Cimadon
Fonoaudióloga – CRFa RS 9092

Rua São Paulo, 650 – Borgo
Bento Gonçalves
Fone: (54) 3454¬4092 / 8145 0520
E-mail: erica.cimadon@bol.com.br

 

Os prejuízos da Respiração Oral


     O nariz tem a função de filtrar, aquecer e umidificar o ar que respiramos. Ele é o guarda-costas da garganta e do pulmão, visto que o ar quente, puro e úmido preparado pelo nariz não agride as vias aéreas. Algumas crianças, no entanto, por apresentarem alterações na cavidade nasal e adquirem o habito de respirar pela boca, o que acarreta em danos importantes para o seu desenvolvimento.
     Essas crianças ficam com os lábios entreabertos e com os dentes expostos, sua postura corporal se modifica para facilitar a passagem do fluxo aéreo pela cavidade oral, tendendo a curvar os ombros para frente. Seus lábios se tornam ressecados e se ferem com facilidade, aumentando também a incidência de doenças bucais. O posicionamento da língua se modifica, alterando até mesmo a deglutição. Com isso, há uma mudança na estrutura óssea do céu da boca, tornando-o profundo. A arcada dentária se desenvolve inadequadamente, os dentes ficam mal posicionados e a face torna-se alongada e menos expressiva.      Além disso, os respiradores orais tendem a dormir mal, e dessa forma, não restauram as energias mentais e psicológicas. Podem apresentar ronco, perda saliva durante o sono, um despertar difícil e sonolência durante dia, prejudicando assim, a concentração em suas atividades sociais e escolares.
     O tratamento adequado deve envolver a participação do médico otorrinolaringolista, para diagnosticar e corrigir as alterações que estão causando tais problemas e do fonoaudiólogo, para reeducação da respiração. Muitas vezes, a participação do ortodontista é fundamental, para adequar as alterações dentárias decorrente da respiração oral.

Érica Cimadon
Fonoaudióloga – CRFa RS 9092

Rua São Paulo, 650 – Borgo
Bento Gonçalves
Fone: (54) 3454¬4092 / 8145 0520
E-mail: erica.cimadon@bol.com.br

 

Meu Aluno tem problema de fala?

     Cada letra que compõe nossa fala (fonema) segue uma ordem cronológica de aquisição, o quadro abaixo mostra o que é esperado de acordo com a idade da criança.

 

Idade

 

Fonemas que devem ser adquiridos

1 ano e meio

B, M

2 anos

P,T, D, N

2 anos e meio

K,G, nh (Manhã)

3 anos

F, V, S, Z

3 anos e meio

X (Xícara), J (Jacaré), R (Rato, Carro)

4 anos

L, lh (Palhaço), r (carinho), S

4 anos e meio

Encontro consonantal (Prato, Planta)

     Alguns sinais de alerta iniciais indicam que algo não está indo bem no desenvolvimento da linguagem, como:
• Quando apenas pessoas próximas entendem o que a criança está falando;
• Quando a fala da criança for infantilizada para sua idade.

     Se as trocas persistirem até o momento da alfabetização, é muito provável que a criança também apresente trocas de letras na escrita. Neste caso, um problema se transforma em dois.

     Diante disso, a escola deve orientar os pais desse aluno a procurar a ajuda de um profissional de linguagem (Fonoaudiologo).

Érica Cimadon
Fonoaudióloga – CRFa RS 9092

Rua São Paulo, 650 – Borgo
Bento Gonçalves
Fone: (54) 3454¬4092 / 8145 0520
E-mail: erica.cimadon@bol.com.br

 

A influência da “dor de ouvido” na aquisição da linguagem.

     A audição é sem dúvida o sentido mais importante para a aquisição da linguagem. É através do feedback estabelecido entre a fala e a audição que o sujeito adquire suas referências auditivas que irão  ajudar na constituição de conceitos básicos para a construção da linguagem e para a aprendizagem.
     As alterações auditivas, mesmo que mínimas, como otites, tampão de cera e presenças de corpo estranho no ouvido, muitas vezes, são insidiosas e silenciosas. Visto que as crianças acometidas não possuem um parâmetro que as façam perceber as alterações na qualidade sonora, tornando-as incapazes de relatar suas dificuldades naquele momento. Por isso, os sinais e sintomas das alterações auditivas, muitas vezes, são interpretados pela família e/ou educadores como características da personalidade da criança e não vistos como um alerta de que alguma alteração pode estar presente. 
     A “dor de ouvido”, chamada de otite, caracteriza-se pela inflamação da orelha média causada por infecções virais ou bacterianas, disfunção tubária, alergias e depressão do estado imunológico. A otite, quando não tratada, evolui para processos patológicos mais graves e complexos. Seus sintomas podem ser específicos, como dor de ouvido, irritação na orelha, coceira, diminuição da capacidade auditiva, distúrbios do equilíbrio, febre, distúrbios do comportamento, sono inquieto, irritabilidade e desconforto. A criança torna-se apática, apresenta sinais de cansaço, falta de atenção e desinteresse nas atividades.
     Pelo menos uma vez, 71 a 100% das crianças até os 3 anos de idade são acometidas por uma quadro de otite. Entre elas, cerca de 17 a 30 % sofrem recorrência do quadro. Uma criança é portadora de otite recorrente quando ela apresentar três ou mais episódios de otite média  em um período de seis meses, ou mais que quatro episódios em um ano.  A perda auditiva decorrente da otite média pode variar de grau leve a moderado e pode ser temporária ou permanente, de acordo com a evolução e o grau de comprometimento do quadro.
     Fique alerta com o comportamento de seus alunos  e, diante de qualquer suspeita, oriente para a procurarem um médico e uma avaliação auditiva. Além disso, avaliar a audição das crianças regularmente é uma ação preventiva, que pode detecção possíveis alterações e, com isso, evitar futuros danos de linguagem e aprendizagem.

Érica Cimadon
Fonoaudióloga | Esp. em Neuropsicopedagogia e Educação Inclusiva