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USO CORRETO DO FIO DENTAL

O que determina o uso do fio dental, não é a idade da criança e sim o contato entre os dentes.

Normalmente os dentes anteriores são mais afastados e os posteriores juntos, necessitando assim o uso do fio dental.

Sabe-se que a criança não tem coordenação motora suficiente até os 9 anos de idade para usar fio dental sozinha, está recomendado o seu uso diário pelos pais  e de preferência com a criança deitada. Ex.: (A mãe / pai sentada(o) no sofá e a criança deitada com a cabeça no seu colo).

           Dra:. Claudinara Sebben
                                                                   Odontopediatra - CRO 8797
                                              Palazzo de Lavoro sala/ 1201 Fone: 3452- 4205

 

Bruxismo em Crianças

Essa estranha palavra significa ranger ou apertar os dentes e é cada vez mais freqüente na vida de nossas crianças, provavelmente pela agitação e stress da vida moderna.
O bruxismo pode se manifestar em qualquer idade, após a chegada dos dentes de leite  ou durante dentição mista, quando acontece a troca dos dentes de leite pelos permanentes. Muitos pais relatam que ouvem o barulho do rangido durante o sono.

Porque a criança tem bruxismo?
Estudos recentes afirmam que a causa não está bem definida. Sabe-se, porém, que existem fatores que predispõem ao bruxismo, tais como: fatores dentais (interferências ao encostar os dentes de cima e de baixo, instabilidade oclusal devido ao crescimento crânio-facial), fatores sistêmicos (crianças alérgicas, com asma, infecções respiratórias, parasitoses intestinais, deficiências nutricionais), fatores ocupacionais (esportes de competição).
O fator preponderante, no entanto, é o psicológico. A troca de escola, ou a chegada de um irmãozinho, por exemplo, podem causar momentos de stress e ansiedade. Em crianças pequenas, o bruxismo, como outros distúrbios do sono, pode ser desencadeado pela intensidade da fase que vivem. Neste período, a criança não distingue a realidade da fantasia e absorve incansavelmente as constantes “novidades” do mundo que a cerca. Outra possibilidade está relacionada aos hábitos alimentares, quando crianças que não mastigam alimentos consistentes e não usam a sua função mastigatória podem procurar suprir esta necessidade através do bruxismo.

Sinais e Sintomas
O bruxismo pode ocorrer de dia ou durante a noite, de forma consciente ou inconsciente. A criança normalmente não apresenta dor, mas podem ocorrer desgastes dentais (chamados “facetas”), danos para o suporte dos dentes (perda óssea, mobilidade dental), danos musculares (mordida de bochecha, aumento e/ou dor nos músculos da mastigação), danos à ATM (Articulação Têmporo-Mandibular, próxima ao ouvido), dores de cabeça e dores faciais. O importante é que o diagnóstico seja precoce para evitar maiores prejuízos aos dentes e as estruturas que os cercam.

Tratamento
O tratamento do bruxismo varia de acordo com a sua causa, sinais e sintomas apresentados  pelo paciente. É indicado quando a freqüência, intensidade e duração deste hábito afetar o desenvolvimento normal da dentição da criança. Cada caso deve ser analisado individualmente e os fatores descobertos devem ser tratados, tomando talvez necessária a ajuda de outros profissionais, além do dentista.
Quando a causa é de origem dental, pode-se realizar o “ajuste oclusal” (verificação das interferências na mordida) e quando houver necessidade, pode-se optar pela  instalação de placa de mordida. Essa situação pode demandar também maior suporte emocional por parte da família ou tratamento psicológico, e ainda avaliação médica e/ou fonoaudiológica.
Organizar o momento anterior ao sono diminuindo o ritmo da criança e acalmar ao invés de excitá-la para que se canse e durma, é uma excelente forma de auxiliá-la a ter uma boa noite de sono tranqüilo.

           Dra:. Claudinara Sebben
                                                                   Odontopediatra - CRO 8797
                                              Palazzo de Lavoro sala/ 1201 Fone: 3452- 4205

 

HÁBITOS BUCAIS

O que é preciso saber sobre hábitos bucais?
O hábito é a repetição de um ato. Alguns hábitos, com o decorrer do tempo, podem  tornar-se indesejáveis; dentre eles, podemos citar o uso da mamadeira e da chupeta e a sucção do dedo.  

Por que é preciso se preocupar com eles?
A sucção de dedo, chupeta ou mamadeira é um fator que pode interferir no desenvolvimento da criança, podendo levar a alterações bucais, tais como: mordida aberta, mordida cruzada, inclinação dos dentes, diastemas (espaços), alterações no padrão de deglutição e fala.

Essas alterações sempre ocorrem?
Não. O hábito precisa de certa intensidade e freqüência e duração para promover alterações.

Como identificar alterações na pronúncia?
Caso haja mordida aberta, a projeção da língua pode causar  alteração na  produção  de sons como:  T “te”, D “de”, S “se”,
Z “ze” e N “ne”,  os pais devem ficar atentos.

O que se pode fazer para prevenir essas alterações?
A criança com até 2 anos de idade encontra-se na fase oral, em que a satisfação é centrada na cavidade bucal. Portanto, a sucção é muito importante. Em algumas crianças essa necessidade é maior. O  importante é não deixar o hábito  tornar-se  um vício. Esses hábitos devem ser removidos o quanto antes, e de forma gradativa, para que não se altere o equilíbrio psicológico e físico da criança.

Caso existam alterações, o que pode ser feito?
O odontopediatra orientará o que for melhor para cada caso, podendo encaminhar para outros profissionais, como a  fonoaudióloga.

Sempre é necessário o uso de aparelhos?
Não. Quando o hábito é removido até  os 3 anos de idade, alterações como a mordida aberta podem se auto-corrigir.

Como remover o hábito?
Sempre que possível, devemos conversar com a criança, explicando o porquê da remoção, fazendo reforços positivos, motivando com muito amor e compreensão. Os pais devem estar bem decididos. Deve-se usar muita criatividade, procurando distrair a criança.

Como remover a mamadeira?
Podemos ir diluindo, com água, o leite da mamadeira, deixando-a menos saborosa, até que fique só água. Motivar a criança a usar copo com bico especial, com desenhos etc.

Como remover a chupeta?
Desde o nascimento, a criança não deve ser acostumada a ficar o tempo todo com a chupeta na boca - ela deve ser dada apenas em momentos de tensão; dessa forma, ela não ficará viciada no seu uso. Nunca oferecer mais de uma chupeta  por vez e não  deixá-la pendurada na roupa  da criança, evitando que fique sempre à sua disposição. Quando o bebê adormecer, remover a chupeta da boca. Caso  já existam  alterações bucais, deve-se  procurar o  profissional, e o hábito  deve  ser removido o quanto  antes, sempre  respeitando a individualidade da criança, procurando mostrar-lhe o problema causado e incentivando-a a largar a chupeta.

Como remover o hábito de sucção do dedo?
Devemos evitar a instalação do hábito de sucção de dedo, pois a sua remoção é mais  difícil,já que o dedo  está sempre à disposição. Muitas vezes, é necessário o auxilio do psicólogo, pois o componente emocional é maior.

É preciso procurar ajuda profissional?
O profissional tem um papel importante na orientação e remoção desses hábitos. Ele ajuda os pais, orientando sobre qual a melhor conduta e maneira de conversar com a criança, evitando a chantagem, a punição e a repressão. O profissional motivará a criança com modelos, fotos, histórias etc.

           Dra:. Claudinara Sebben
                                                                   Odontopediatra - CRO 8797
                                              Palazzo de Lavoro sala/ 1201 Fone: 3452- 4205

 

HERPES

O que é o herpes?
O herpes simples é uma doença infecto-contagiosa causada por um vírus chamado Herpes hominis virus.

Como acontece a transmissão do vírus?
A infecção pelo herpes se da através do contato direto com peles infectadas pelo vírus. Esse primeiro contato se da, invariavelmente, durante  a  infância. A maioria  dos  casos  ocorre entre 1 e 5 anos. A  situação  mais  comum  de contágio  é aquela em que algum dos pais (ou parentes próximos) é portador do vírus, apresenta as lesões em lábio e entra em contato direto com a pele da criança.

O que acontece depois que a criança se contamina?
Após o contato  com  as  lesões, a pessoa  passa  por  uma  fase  de incubação    do vírus, que  dura em  torno  de 10 dias. Após esse período, algumas  crianças  podem   apresentar a  primo-infecção  herpética  ou estomatite herpética primária. Essa fase e marcada por manifestações clínicas, como febre, mal estar geral, irritabilidade, cefaléia (dores de cabeça),  perda de apetite e linfadenopatia (ínguas). A  seguir  surgem    as   manifestações   bucais, quase   sempre, precedidas  de   inflamação  gengival,  representadas por formações   de  vesículas,  especialmente   nas  gengivas,  língua, palato (céu da boca)  e  face interna   do  lábio, que  se rompem dando  lugar  a ulcerações  semelhantes às aftas,  de fundo  branco-amarelado, sendo  extremamente dolorosas.  O quadro clínico tem resolução espontânea  em cerca   de 15 dias. Apesar da severidade da manifestação primária   do herpes,  apenas  1% dos  pacientes  que  são  infectados   pelo  vírus   desenvolvem  a  doença  clinica: 99%, apesar  de infectados, não apresentam sinais ou sintomas clínicos.

Cuidados necessários quando a criança apresenta Estomatite Herpética Primária
O objetivo nesta fase é o alívio da dor, de modo que a criança  possa dormir, alimentar-se e beber normalmente. A dor pode impedir que a criança coma e beba e isto, combinado com a febre, pode levar rapidamente à desidratação e perda de peso e fazer uso de medicamentos (sob orientação do Pediatra ou Odontopediatra). Portanto, a criança deve ingerir o máximo possível de líquidos.

Mas não são os adultos que apresentam a doença com mais freqüência?
Sim. Na verdade, são poucas as crianças que apresentam as lesões em pele ou boca. Após o contágio inicial (tendo ou não apresentado as manifestações clínicas ), o vírus fica “dormente” dentro do organismo e só volta a apresentar manifestações clínicas a partir da adolescência. As manifestações clínicas que acontecem na fase adulta ocorrem pela reativação do vírus que estava “dormente” e estão, geralmente, ligadas a queda de imunidade.

Quais as causas da reativação do vírus?
Alguns fatores desencadeantes comuns são: febre, exposição ao sol, distúrbios gastrointestinais, trauma mecânico, stress.

Como são as lesões recorrentes?
As manifestações secundárias não são tão graves como as da primo-infecção. As leves restringem-se, na maioria dos casos, a região de lábios  e nariz, aparecendo na forma de pequenas bolhas que estouram e são recobertas por uma crosta durante o processo de cicatrizado. O curso clínico da estomatite herpética secundária finda em torno de 8 dias.

Dra:. Claudinara Sebben
Odontopediatra - CRO 8797
Palazzo de Lavoro sala/ 1201 Fone: 3452- 4205

 

PROJETO SORRISO SAUDÁVEL

O projeto Sorriso Saudável é uma parceria entre a Dra Claudinara Sebben e a Escola Leke Treke para que, juntamente com vocês pais, possamos manter saudável o sorriso de seus filhos.

Sabe-se que a atenção Odontológica precoce, leva a uma ação eficaz na diminuição de fatores de risco dos problemas orais, e através de medidas preventivas como orientação de higiene bucal e escolha de uma dieta saudável com certeza manteremos saúde.
O objetivo é tornar as crianças mais familiarizadas com as questões Odontológicas, através de palestras e contato com material preventivo onde de forma lúdica, aprendam desde cedo à importância de cuidar dos dentes.

A finalidade é que as crianças freqüentem o Consultório Dentário apenas para procedimentos educativos, preventivos e motivacionais, sentindo-se vitoriosas a cada consulta, permitindo chegar à fase adulta “livre de cáries”.

Periodicamente serão enviados informativos sobre diversos assuntos relacionados à Odontopediatria, bem como encontros para que possamos esclarecer eventuais dúvidas referentes à saúde bucal dos seus filhos.

Não é apenas uma boa educação que começa no berço, uma boa dentição também.
Sabe-se que a atenção Odontológica precoce leva à uma diminuição de fatores de risco dos problemas bucais.O Projeto Sorriso Saudável é um programa educativo e preventivo que tem como objetivo orientar e motivar as crianças desde cedo nos cuidados sobre higiene bucal.

O Projeto Sorriso Saudável consiste numa parceria entre a Dra. Claudinara Sebben e as Escolas de educação infantil, no qual abrange os seguintes aspectos:

- Envio para aos pais através de uma carta, apresentando a proposta de trabalho preventivo, educativo e motivacional a ser desenvolvida com as crianças.

- O primeiro contato com as crianças é feito na escola através de uma palestra educativa, permitindo que conheçam a Dentista e também para despertar o interesse pelos cuidados bucais.

- Orientação para as professoras sobre cuidados durante a higiene bucal das crianças e noções sobre primeiros socorros em caso de traumatismo dentário.

- Serão agendadas visitas em grupos ao consultório para que as crianças conheçam o ambiente e de maneira lúdica entrem em contato com o universo odontológico. Nesta visita, conforme autorização dos pais, poderá ser realizado o Exame Clínico(cárie,gengivite,..), Avaliação Ortodôntica(hábitos, mordida cruzada,..), necessidade de indicação para Fono ou Otorrino (alterações de pronúncia, respiração bucal..) posteriormente o diagnóstico detalhado será encaminhado aos pais.

Este exame tem um custo de R$ 18,00 e R$ 4,00 do transporte. As crianças que não realizarem o exame, não têm custo.

- Os pais que demonstrarem interesse em conversar sobre o diagnóstico, poderão agendar consulta, a mesma terá desconto de 15%.

- Agendamento de Palestra com os pais para conversarmos sobre assuntos diversos como, hábitos, dieta, desenvolvimento facial, idade de erupção dentária, bruxismo, etc.

- A cada três meses será enviado aos pais informativos com diversos assuntos relacionados à Odontopediatria.

- Qualquer traumatismo que ocorra na Escola, o aluno terá prioridade na agenda do consultório.

Dra:. Claudinara Sebben
Odontopediatra - CRO 8797
Palazzo de Lavoro sala/ 1201 Fone: 3452- 4205

 

TRAUMATISMO DENTÁRIO NA INFÂNCIA

Acidentes que provocam lesões na boca e dentes são comuns, principalmente com bebês, crianças que estão começando a andar, e na prática de esportes.

Em muitos casos ocorrem traumatismos que podem afetar dentes de leite ocasionando o seu “amolecimento” conseqüências futuras, como o comprometimento da dentição permanente.

Muitas vezes, o dano é maior do que aparenta ser, por isso, é importante consultar o Odontopediatra tão logo seja possível. Frequentemente há necessidades de se fazer radiografias e observar o dente durante determinado período.

É comum ocorrer, 2 ou 3 dias após o acidente, mudança de cor ou escurecimento da coroa do dente, podendo ou não ser um indício de perda de vitalidade do dente. Neste caso, o dentista é quem irá indicar o tratamento mais adequado.

A fratura de um ou mais dentes, em conseqüência de traumatismo (tombos, quedas de bicicleta, skate, colisão, etc.), pode danificar o nervo do dente.Deve-se avaliar a extensão do dano, tratar a fratura e prevenir eventuais problemas de vitalidade que possam ocorrer neste dente.

Quando há a quebra do dente (fratura), tanto nos dentes de leite quanto permanentes, deve-se, se possível, recolher o pedaço quebrado e levá-lo juntamente com a criança, para que o Dentista possa fazer a “colagem” e assim reconstruir o dente com seu aspecto original.

Em certas circunstâncias, como impactos horizontais, é comum acontecer à perda de um dente (avulsão).

Se o dente for de leite, o reimplante não é indicado, pois a probabilidade de sucesso é mínima. No caso de dente permanente, no entanto, é aconselhável fazer o reimplante imediato, após delicada lavagem do mesmo com soro fisiológico e procurar o dentista o mais rápido possível, para que seja feita sua fixação.

Para que se aumentem as chances de sucesso do reimplante do dente permanente, é essencial que determinadas condutas sejam adotadas imediatamente após o acidente:

- Mantenha a calma e faça a criança morder uma gaze ou pano limpo, com pressão, para controlar o sangramento;
- Ache o dente;
- Pegue o dente somente pela coroa. Não toque a raiz;
- Limpe cuidadosamente o dente com soro fisiológico ou leite. Não esfregue;
- Coloque o dente de volta no seu lugar (no alvéolo) na boca da criança. A parte côncava do dente é voltada para a parte interna da boca. Faça a criança morder a gaze ou o pano limpo, para que o dente se mantenha na posição. Procure imediatamente o Dentista;
- Se não for possível colocar o dente em sua posição, ou não sentirem segurança para fazer tal procedimento, conserva-lo, por ordem de preferência: em soro fisiológico, leite ou saliva da criança. A água é o meio menos indicado para armazenamento do dente avulsionado. Procure o Dentista imediatamente, para que seja feita sua fixação e acompanhamento.

O resultado final do reimplante depende muito do período que o dente ficar fora do alvéolo e da conservação do mesmo neste período. O dente deverá ficar fora de seu alvéolo o menor tempo possível.

Dra:. Claudinara Sebben
Odontopediatra - CRO 8797
Palazzo de Lavoro sala/ 1201 Fone: 3452- 4205

 

TRAUMATISMO DENTÁRIO   NA   INFÂNCIA
Lembre-se de que os Traumatismos podem ocorrer em qualquer lugar e a qualquer momento, pois, o risco existe, e o local é inserto.

1- Acidentes que provocam lesões na boca e dentes são comuns, principalmente com bebês, crianças que estão começando a andar, e na prática de esportes.
2- Em muitos casos ocorrem traumatismos que podem afetar dentes de leite ocasionando o seu “amolecimento” conseqüências futuras, como o comprometimento da dentição permanente.
3 - Muitas vezes, o dano é maior do que aparenta ser, por isso, é importante consultar o Odontopediatra tão logo seja possível. Frequentemente há necessidades de se fazer radiografias e observar o dente durante determinado período.
4 - É comum ocorrer, 2 ou 3 dias após o acidente, mudança de cor ou escurecimento da coroa do dente, podendo ou não ser um indício de perda de vitalidade do dente. Neste caso, o dentista é quem irá indicar o tratamento mais adequado.
5 - A fratura de um ou mais dentes, em conseqüência de traumatismo (tombos, quedas de bicicleta, skate, colisão, etc.), pode danificar o nervo do dente. Deve-se avaliar a extensão do dano, tratar a fratura e prevenir eventuais problemas de vitalidade que possam ocorrer neste dente.
6- Quando há a quebra do dente (fratura), tanto nos dentes de leite quanto permanentes, deve-se, se possível, recolher o pedaço quebrado e levá-lo juntamente com a criança, para que o Dentista possa fazer a “colagem” e assim reconstruir o dente com seu aspecto original.
7 - Em certas circunstâncias, como impactos horizontais, é comum acontecer à perda de um dente (avulsão).
8 - Se o dente for de leite, o reimplante não é indicado, pois a probabilidade de sucesso é mínima. No caso de dente permanente, no entanto, é aconselhável fazer o reimplante imediato, após delicada lavagem do mesmo com soro fisiológico e procurar o dentista o mais rápido possível, para que seja feita sua fixação.
9 - Para que se aumentem as chances de sucesso do reimplante do dente permanente, é essencial que determinadas condutas sejam adotadas imediatamente após o acidente:
- Mantenha a calma e faça a criança morder uma gaze ou pano limpo, com pressão, para controlar o sangramento;
- Ache o dente;
- Pegue o dente somente pela coroa. Não toque a raiz;
- Limpe cuidadosamente o dente com soro fisiológico ou leite. Não esfregue;
- Coloque o dente de volta no seu lugar (no alvéolo) na boca da criança. A parte côncava do dente é voltada para a parte interna da boca. Faça a criança morder a gaze ou o pano limpo, para que o dente se mantenha na posição. Procure imediatamente o Dentista;
- Se não for possível colocar o dente em sua posição, ou não sentirem segurança para fazer tal procedimento, conservá-lo, por ordem de preferência: em soro fisiológico, leite ou saliva da criança. A água é o meio menos indicado para armazenamento do dente avulsionado. Procure o Dentista imediatamente, para que seja feita sua fixação e acompanhamento.
O resultado final do reimplante depende muito do período que o dente ficar fora do alvéolo e da conservação do mesmo neste período. O dente deverá ficar fora de seu alvéolo o menor tempo possível.

Dra:. Claudinara Sebben
Odontopediatra - CRO 8797
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